Em 1996, quando o Engenho se instalou em Paulo Lopes, a comunidade ainda captava água de um córrego que descia do morro. Restavam algumas mangueiras por entre as pedras, mas o córrego já havia secado, junto com a mata ciliar, por causa do gado criado solto e do plantio de mandioca.
Como a água também era necessária para as atividades do Engenho, o local passou a ser visto com outros olhar: uma área foi cercada para o gado não entrar e a mata foi sendo reflorestada com árvores nativas. Aos poucos, as folhas e a terra foram preenchendo as frestas das pedras e a umidade voltou a se manter nas raízes. A água começou a correr de novo, e a cachoeira que estava seca voltou a existir.
A mata hoje está completamente renovada. Parte da água que usamos segue vindo do morro, por gravidade, e encontra seu caminho passando pelo lago dos peixes. A partir do reflorestamento e do cuidado constante do Engenho, novos pontos de captação de água ao longo do terreno foram sendo formados.


A história da água no Engenho é contada com compromisso e responsabilidade desde o início: captar, tratar, usar e devolver tratada 100% da água utilizada, para que ela volte limpa para a circulação natural.
Para isso, uma estação de tratamento de esgoto, que vem sendo ampliada, sempre que preciso, para continuar atendendo às necessidades. O processo, técnico e quase invisível para os visitantes, faz parte do DNA da empresa. A cada avanço, novas tecnologias são incorporadas, sempre com o objetivo de devolver ao meio ambiente uma água pura.
O grande fluxo de pessoas que passam pelo Engenho exige um cuidado ainda maior. Afinal, o banheiro é quase sempre a primeira parada do viajante, e isso significa um consumo de volume diário de água muito elevado.
Com capacidade para mais de 100 mil litros por dia, a atual Estação de Tratamento de Efluentes foi pensada para o presente e para o futuro.

O processo de Destinação de Resíduos inicia já no recolhimento das bandejas que os clientes utilizam. Não é simplesmente recolher para descartar; é separar, escolher, decidir para onde vai cada item recolhido: garrafas, latas, palitos, papéis, plásticos, tampas, sachês e restos de alimentos. Tudo passa pelas mãos de quem entende que o resíduo faz parte de um ciclo e tem um lugar a ser destinado.
Os resíduos orgânicos como as cascas de frutas, restos de alimentos e folhas são vistos como matéria-prima para composto e recomeços. No Engenho, eles se transformam lentamente em um adubo fértil que volta para nutrir o solo e as plantas.
Cada material reciclável — papelão, vidro, plástico e outros — é coletado por uma de nossas empresas parceiras, que garante o destino adequado para cada um deles.

